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C.T.D.Y. - Centro de Treinamento da Dona Yamato

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C.T.D.Y. - Centro de Treinamento da Dona Yamato

Mensagem por GM.Yume em Sex Fev 28, 2014 8:22 am


Inteligência, Poder Mágico, Agilidade, Percepção & Destreza.

Era uma tarde ensolarada. O céu estava simplesmente azul, as nuvens haviam desaparecido, alguém devia ter guardado-as no bolso. Eu, porém, tinha algo mais importante para ocupar meu tempo: o Centro de Treinamento da Dona Yamato. Meus pais haviam me inscrito na academia dela e agora seria obrigado a passar uma tarde treinando minhas habilidades. Que chato.

Sem mais opções, entrava no prédio cor de salmão, com vários andares cheios de vidraças bem grandes. Passava por um corredor enorme, com várias portas ao lado, como os de um daqueles hospitais. No fundo, uma mulher de cabelos ruivos, vestindo um terno da cor do edifício, parecia dormir sobre a mesa. "Parabéns, você chegou a recepção!" – pensava. Me aproximando, anunciava:

– Com licença, moça.

A mulher, então, dava um pulo da cadeira e ajeitava os óculos pretos em seu rosto. A portadora do crachá de recepcionista, então, dava um sorriso mais falso que minhas esperanças de tirar proveito daquela tarde e dizia:

– Bom dia, senhor. Como posso ajudá-lo?

Bom dia? Às duas horas da tarde? Decidia ignorar a desconfiança de que a mulher estava dormindo desde a manhã e respondia educadamente:

– Meu nome é Maple e gostaria de saber se tenho um treinamento agendado para hoje.

Ela, disfarçadamente, consultava o horário em seu relógio de pulso e ficava visivelmente assustada com o que via. Não podia negar, só estava com vontade de saber desde que hora ela estava cochilando, mas isso não era da minha conta, não perguntaria. Contudo, me sentia mal por ter despertado-a.

A mulher erguia as mãos em minha direção e, de repente, uma espécie de holograma cor de laranja surgia na frente dele. O feixe de luzes tomava a forma de um teclado e, em frente à prancha, uma tela. Ela digitava algo em grande velocidade e, então, dava mais um de seus sorriso artificiais e anunciava:

– Maple Ingunar Traptrix, certo? Seu horário é às quatorze e quinze, pacote premium. Tenha a gentileza de seguir por este corredor até uma sala onde diz "biblioteca". Uma senhora lhe espera lá.

Imitava-a e dava um sorriso como recompensas, afinal, possuíamos algo em comum: nenhum de nós queria estar lá. Começava, então, a caminhar pelo extenso corredor, até chegar à última sala, que possuía uma placa onde dizia:
- Sala 12 -
Biblioteca

Girava a maçaneta da porta e adentrava pelo portal. Deparava-me, então, com estantes com uns quatro metros, repletas de livros de todas as cores imagináveis. A sala também era gigantesca... e vazia. Havia somente duas pessoas no local: eu e uma garota morena, que vestia um macacão azul-marinho. Ela estava sentada em uma cadeira branca ao lado de uma mesa da mesma cor. Não precisava mais procurar pela minha instrutora, havia encontrado-a.

Aproximava-me da mulher, que levantava com uma expressão de reprovação no rosto. Ela apontava para mim e, em seguida, anunciava em um tom de voz muito alto:

– Você é o tal de Maple? Está atrasado!

O relógio cuco atrás dela comprovava que estava alguns minutos atrasado, e ela não parecia gostar de atrasos.

– Venha aqui agora! – anunciava a moça. Fazia como ela mandava, sem discutir.

Chegando à mesa branca, sentava-me em uma das cadeiras e sorria, tentando parecer simpático. A professora, porém, não parecia estar disposta a fazer o mesmo esforço e, carrancuda, sentava-se ao meu lado. A mulher não me dava a oportunidade de falar nem uma única palavra e já ia dizendo:

– Você vai compensar este atraso, entendeu? Vamos começar o treinamento.

Concordava fazendo um sinal com a cabeça. Não iria negar, estava com medo dela. Contudo, meus pais saberiam se eu abandonasse a aula, e não poderia correr este risco. Ela, então, prosseguia com sua fala:

– Existem três objetos misteriosos nesta sala. Você só poderá sair quando me trouxer todos, ouviu? Só tem um pequeno detalhe: não direi quais são eles e nem em que parte estão. Boa sorte.

Como assim? Okay, vou procurar alguma coisa em algum lugar. Não sabia quais eram esses três itens, nem onde estavam, mas sabia que precisava encontrar. Era obvio que não sairia por aí procurando objetos misteriosos, então, perguntava:

– Será que você poderia, pelo menos, me dar uma dica de o que eles são?

A mulher olhava para mim com muita raiva, ao ponto de me bater. Ela, então, fechava os olhos, respirava fundo, e respondia:

– Tudo bem, Marina. Mantenha a calma. – abrindo os olhos, ela já parecia mais calma. – O primeiro vive dando voltas, mas nunca sai do lugar. Quando trouxer este, darei a pista do próximo.

Agora ela já tinha um sorriso sarcástico no rosto, era óbvio que a última coisa que ela queria era que eu encontrasse. Levantava, porém, da cadeira e começava a procurar pela sala.

Com os olhos bem atentos, analisava todos os detalhes das prateleiras e estantes, tentando encontrar algo que pudesse girar sem sair do lugar. Após alguns minutos sem encontrar algum objeto para levar até Marina, lembrava de algo que poderia servir: uma daquelas bailarinas de porta-jóias. Sem demora, corria pelo local, procurando por uma caixinha do tipo.

Após vários minutos olhando em baixo de estantes – e em cima também –, desistia de buscar o objeto havia dado voltas e voltas sem encontrar... "Espera! Eu dei voltas e mais voltas sem chegar ao objeto. Talvez o item misterioso seja eu mesmo!" – pensava. Não perdia mais tempo, corria até a instrutora.

Marina – dizia ao chegar à mesa da professora – eu dei várias voltas pelas estantes e não encontrei qualquer item que pudesse servir. Foi então que eu percebi: o que dá voltas e não sai do lugar sou eu mesmo!

Uma expressão de raiva tomava conta da mulher, que levantava furiosa da cadeira e gritava:

– Você dá voltas e não sai do lugar porque é burro! Não, o item não é você!

A cenhosa, então, sentava-se novamente, cruzando os braços. Afinal, o que dá voltas e não sai do lugar? Já eram três da tarde, segundo o cuco e... Finalmente percebia. Estive este tempo todo procurando por algo que estava bem na minha frente: o relógio. Os ponteiros giravam, dando voltas o tempo todo. O aparelho, porém, nunca havia saído do lugar.

– Será que o objeto é o relógio? – perguntava para a funcionária, que, pela segunda vez, levantava e, suspirando, anunciava:

– Finalmente. É, é o relógio, mas este é apenas o primeiro item. O próximo objeto tem pernas, mas não anda. Ele também tem braços, mas não abraça.

Já estava sem disposição para procurar por um objeto misterioso. Sentava-me então, em uma cadeira branca e deitava-me sobre um de seus braços, pensando no que poderia ser o tal objeto misterioso. De repente, um livro acertava minha cabeça, derrubando-me.

– Não acredito que você ainda não descobriu. – anunciava a professora mal-humorada.

Uma maga de telekinesis poderia não ser muito forte, mas esta estava em uma biblioteca repleta de livros para arremessar em mim, então era melhor tomar cuidado. Levantava-me e sentava novamente na cadeira. O que poderia ser? Um banco tem pernas e não anda, mas não tem braços e não há nem um na sala. Deve ser, então, uma cadeira, não é? Caro, uma cadeira.

– O objeto é uma cadeira? – perguntava à professora.

– Sim. – respondia ela, levantando-se e começando a caminhar em volta de mim – O último objeto não tem boca e não fala, é surdo e mudo. Apesar disso, ele conta tudo.

Dava um salto da cadeira e começava a procurar por uma Magic Letter. Estas Cartas Mágicas permitiam que um mago gravasse uma mensagem de voz nelas, e depois executava-a. Ela não ouvia ou falava sozinha, mas funcionava como um comunicador. Procurava, procurava e procurava, mas não encontrava coisa alguma. Só então percebia que não havia uma única Magic Letter na biblioteca, somente livros e mais livros. Claro! Livros contam histórias, informam e divertem sem dizer uma única palavra. Retirava da prateleira, então, um exemplar de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, e levava-o até Marina que, ao perceber que me aproximava, levantava e anunciava:

– Já são quatro horas. Onde você esteve?

– Um livro. O último objeto é um livro, não é? – perguntava cansado.

– Sim. Estou falando de um livro, mas por que a demora? Nesta biblioteca existem mais de dois mil títulos, não conseguia encontrar nem um? – provocava a carrancuda. – Enfim, agora está na sua hora de iniciar a próxima parte do seu treinamento. Já não serei mais sua instrutora, é hora de falar com a Domino. Saia do prédio pela porta do outro lado do corredor, onde diz "Jardins".

A moça, então, baixava a cabeça e começava a ler o livro que, há pouco, havia arremessado em mim. Dava as costas para ela, saía pelo portal de entrava e olhava para a esquerda, percebendo que a recepcionista dormia novamente. Bem em frente havia a tal entrada para os jardins, e era para lá que ia.

Chegando ao imenso gramado verde vivo, uma mulher de roupas brancas e cabelos verdes me cumprimentava. Esta parecia tão serena quanto o vento que soprava, mas animada o suficiente para ensinar-me algo bom.

– Boa tarde. – dizia ela, dando um sorriso simpático e se aproximando de mim. – Meu nome é Domino e lhe ajudarei a controlar e ampliar seu Poder Mágico. Está disposto a iniciar o exercício?

Concordava fazendo um sinal com a cabeça, tentando parecer igualmente simpático. Esta professora parecia muito mais calma que a outra, e tinha certeza que ela não me acertaria com um livro.

– Muito bem, então. Siga-me. – dizia a mulher, sentando à sombra de uma macieira.

Domino cruzava as pernas, escondendo os pés descalços, e eu imitava-a. Ela colocava suas mãos sobre os joelhos e fechava os olhos, anunciando:

– Perfeito. O Sol em excesso destrói a macieira, mas a ausência dele não permite que ela cresça. O poder também é assim. O excesso dele pode se transformar em arrogância, e isso destrói o mago. A ausência dele, porém, não permite que a magia seja usada. A magia não é nada mais que a essência do coração e dos sentimentos de um mago. Para que ela seja poderosa, o corpo e a alma do usuário precisam estar em harmonia, perfeita sintonia. O resultado do uso de Poder Mágico perturbado é lamentável e trágico.

Entendia de Poder Mágico desperdiçado. Há muitos anos atrás, meu clã havia batalhado contra a realeza de Fiore, para tomar controle do reino. Toda aquela ira e fúria, porém, havia destruído-os. Era triste, lamentável. A família Traptrix falhava porque havia se perdido em seus próprios tormentos. Domino continuava:

– Feche seus olhos, Maple. Imagine a felicidade, o amor e a paz. Agora imagine tudo isso dominando você de uma forma tão intensa que chega a fluir para fora do seu corpo, tomando proporções imensas. Imagine a perfeição, a luz.

Com os olhos bem cerrados, imaginava um raio de luz. Ele era forte e acalmava, como um holofote em um palco escuro. Esta luz já não era apenas uma iluminação, era forte, avassaladora de uma forma tão pura que parecia a própria felicidade se aproximando. Não precisava fazer força, ela tomava conta de mim. Era como se toda a aflição estivesse dando lugar à uma paz sem fim. Soltava o ar de meus pulmões, e o vento parecia vir mais potente do que nunca, preenchendo-os novamente. Não sabia, mas este vento circulava-me, agitando meus cabelos e levantando as folhas do chão, enquanto tomava um brilho esverdeado. Um raio de luz surgia no céu em plena tempestade, o arco-íris aparecia após o furacão. Dava uma gargalhada, abrindo os olhos finalmente. Sentia-me acolhido por uma força poderosa, uma aura tranquila, tão serena quanto a instrutora. Não estava com sono, porém, sentia-me leve, mais energizado do que nunca.

– Muito bem, Maple. Você conseguiu atingir sua essência. Hora do treinamento físico.

Domino levantava, e eu acompanhava-a. Com um sorriso no rosto, ia junto à ela até uma parede branca. Em frente ao muro, uma estrutura de metal com várias bestas preparadas para destapar. Domino ia até uma mesa, repleta de botões, ao lado do equipamento, e anunciava:

– Maple, estas bestas estão equipadas com flechas de borracha sem pontas. Elas não fazem grandes ferimentos, mas machucam se lhe acertarem. Seu trabalho e desviar dos disparos. Boa sorte.

Não parecia tão difícil assim. Alguns disparos, que apostava que seriam poucos, não poderiam me machucar muito. Bastava desviar da maioria que não passaria por qualquer problema.

Domino, então, pressionava um botão e a primeira besta era disparada, lançando um tubo de borracha preta do tamanho de um lápis em minha direção. O canudo avançava rápido demais, impedindo-me de desviar e acertando-me em cheio na testa. Sabia que aquilo, mais tarde, incharia.

– Concentre-se – anunciava a instrutora – esta é a única forma de desviar dos projéteis. Você deve se centrar, prestar atenção no objeto, e só então se mover. Vamos de novo.

A garota pressionava mais um botão, disparando novamente contra mim. Via a flecha sem ponta aproximando-se, e esquivava para a direita, fazendo com que ela batesse na parede atrás de mim e, então, caísse no chão. Sorria contente, olhando para Domino, mas ela não aguardava minha comemoração e logo disparava novamente, desta vez acertando minha perna direita.

Não tinha tempo para lamentar o ferimento, dois novos tubos eram arremessados em minha direção. Desviava jogando-me, desta vez, para a esquerda. Mais um passo para a direita, um pulo para o alto e um salto para a direita. Os projéteis não obedeciam à ordem alguma, Domino pressionava os botões de forma aleatória. Mais uma vez era atingido, desta vez no braço. Movia meu corpo para a esquerda, desviando de duas lanças, e então repetia o movimento para a direita.

Era preciso ficar atento a todos os disparos e esquivar-me de flechas que nem sabia que seriam disparadas, exigindo que ficasse atento ao mais neutro ruído. Ra como se estivesse em um estado de defesa automática, que movimentava meu corpo sozinho, algo além de instinto de sobrevivência. Cada vez mais flechas eram disparadas, mas parecia cada vez mais fácil de desviar.

– Ótimo, Maple. – anunciava Domino. – Agora já terminamos com as aulas de esquiva.

Com muita dor no braço e na perna, caminhava mancando até a mulher, que permanecia serena. Ela, então, anunciava:
– Já concluímos esta faze do treino, resta a última: a de batalha. Por favor, me acompanhe até Catherine, sua próxima instrutora.

Ouvindo as palavras da simpática moça, seguia-a pelo campo. Já estava escurecendo e, muito em breve, a noite se apoderaria do céu. Após dois ou três minutos de caminhada, encontrava diante de uma mulher de cabelos e olhos negros, que vestia um macacão preto. Domino, sorridente como sempre, anunciava:
– Maple, esta é Catherine, e ela será sua próxima instrutora. Agora preciso retornar. Até breve.

Voltando meu olhar para a jovem senhora de cabelos verdes, agradecia-a fazendo um sinal com a cabeça, e ela deixava o local. Catherine, então, recitava:

– Acho que ela já me apresentou, senhor Traptrix. Este será o treino de batalha, para lhe ajudar a abrir os portões dos espíritos celestiais. Podemos começar?
– Claro! – respondia animado para a instrutora, que dava um paço para frente e aguardava minha ação.

Sorrindo, sacava a chave de Meliae em meu bolso e apontava-a para frente, girando meu pulso. Em seguida, conjurava:

– Portal da Rainha dos Espinhos, eu o abro. Meliae!

Sem demora, um circulo mágico brilhante surgia no ar e dele saía a Rainha dos Espinhos, Meliae, que encarava a professora.

– Meliae – anunciava – esta professora será sua oponente. Boa sorte.

A planta não se movia, aguardando uma ação da professora. Catherine, porém, apontava para o alto e conjurava:

– White Night Valley!

Sem demora, uma espécie de fumaça branca brilhante se espalhava pelo campo, atrapalhando tanto a minha visão quanto a do Espírito Celestial. Foram ouvidos dois ou três passos do salto alto da mulher, quanto Meliae era violentamente jogada para trás.

O pó já baixava um pouco. A Rainha dos Espinhos reerguia-se a anunciava:

– Liana Chain.

Em seguida, os cabelos verdes da Celestial esticavam-se e giravam em grande velocidade, dispersando o nevoeiro e tornando Catherine novamente visível. Reencontrando a instrutora, as vinhas a amarravam e, então, Meliae dizia:

– Camellia Pillow.

Um círculo mágico verde vivo surgia em baixo da mulher amarrada e, em poucos segundos, transformava-se em uma flor de grandes pétalas, e a instrutora era jogada contra a planta.

Contudo, a mulher não ficava jogada no chão por muito tempo, logo levantava e anunciava:

– Belo movimento, mas será que você pode com esse? White Night Banquet!

Vários círculos mágicos brancos, com cerda de dez centímetros surgiam em volta da Rainha dos Espinho e, logo, começavam a disparar pequenas esferas de luz, do tamanho de ervilhas. Os disparos eram tantos, porém, que a guerreira não demorava a cair e encerrar de vez a Liana Chain. A técnica de Catherine persistia ativa por mais dois ou três segundos, até que os círculos desapareciam simultaneamente.

Com as duas magas livres agora, o campo ficava silencioso por alguns instantes. Ambas estavam muito machucadas para continuar, porém, Catherine anunciava:

– White Night Wings!

Ao terminar a conjuração quase instantânea, duas asas com cerca de um metro surgiam nas costas da usuária de Light Magic, que voava na direção de Meliae. Nos braços da mulher, porém, era possível ver pequenos sangramentos, causados pelo Camellia Pillow. A mulher estava a poucos centímetros do Espírito Celestial, quando uma das mandíbulas das mãos da Rainha dos Espinhos segurava-a no braço, sobre os ferimentos, e jogava-a no chão.

Reerguendo-se, a avaliadora ofegante dizia:

– Nada mal. Maple, está liberado de seu treinamento de hoje. Até mais.

Ela, então, sentava-se e, fechando os olhos, sussurrava:

– White Night Redemption.

Uma luz ofuscante surgia no chão, em uma pequena área em baixo dela. Uma pequena quantidade de fumaça brilhante começava a ser emanada pelos ferimentos da moça, que logo eram totalmente extinguidos. Dava as costas para ela com um aceno, enquanto Meliae caía sentada no chão e desaparecia em um feixe de luzes douradas.

Saía pela porta branca do jardim, por onde havia entrado há algumas horas atrás. Contudo, me sentia uma pessoa completamente diferente daquela que havia entrado sem esperança no Centro de Treinamento da Dona Yamato. Agora já não via a hora de voltar.
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Re: C.T.D.Y. - Centro de Treinamento da Dona Yamato

Mensagem por Lord.Kiaro em Ter Mar 04, 2014 9:28 am

Eu particularmente não aprovo essas ideias de academias e afins, por um simples motivo, o treinamento fica muito separado e específico. "primeiro inteligência, depois destreza, depois isso e aquilo..." O melhor treino é aquele que foca todos os atributos como um todo. Não é uma ideia ruim, porém não alcança um potencial tão bom quanto os outros tipos de treinos. Espero que varie um pouco nos próximos.


Avaliação:


Inteligência: 3

Poder Mágico: 3

Agilidade: 3

Percepção: 4 (como pode ver, foi um atributo treinado na parte da biblioteca,flechas, e luta, sem a necessidade de especificações)

Destreza: 3




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